terça-feira, 14 de maio de 2013

CAPÍTULO 2

CAPÍTULO 2

 

Eu saí do táxi depois de pagar o motorista, meus amigos me deram tchau enquanto eu caminhava até a porta da frente da minha casa. Eles tinham praticamente feito um interrogatório sobre o que tinha acontecido com o Harry, eu ainda estava um pouco abalada com a coisa toda.
Subi pro meu quarto, tirei minha roupa e joguei-a no cesto de lavar, penteei meus cabelos e peguei minha roupa na cômoda. Coloquei a camiseta, e fui para o banheiro enquanto colocava as calças do pijama. Acendi a luz meio sonolenta, e escovei os dentes. Coloquei meu cabelo para trás e inclinei a cabeça para o lado, a escova de dentes caiu de meus lábios entreabertos e caiu na pia. Fiquei chocada quando vi a ferida vermelha e roxa no meu pescoço. Eu passei meus dedos molhados sobre a ferida, estremecendo ligeiramente. Ele me marcou. Estremeci com o pensamento, tentando se livrar da lembrança de seus lábios na minha pele e como sua língua acalmou sobre a mordida. Suas palavras “Você é minha agora” ecoaram na minha mente. Tentei afastar Harry de meus pensamentos, rapidamente voltei a escovar os dentes.
Terminei, ficando pronta para ir dormir e fui me enrolar nas cobertas. Minha cabeça rolou para o lado e tateei o edredom até eu encontrar o que estava tremendo. Eu segurei o celular na frente do meu rosto. Era uma mensagem do Harry. Meu coração acelerou um pouco e eu me forcei a abrir a mensagem.
De: Harry
“Sabe, você devia fechar as cortinas antes de tirar a roupa. Obrigado pelo show, amor. H x”.
Levantei da cama e fui até a janela, olhei para fora e vi um grande carro preto estacionado do outro lado da rua.  Senti o medo me atingindo, Harry estava encostado no carro, com os braços cruzados sobre o peito forte. Mesmo no escuro, eu podia dizer que ele tinha um sorriso arrogante estampado em seu rosto. Ele se desencostou e entrou no carro, sentando-se no banco do motorista. E então ele acelerou e ficou fora de vista em segundos.
 ”No que eu fui me meter…”
***
“Bom dia, Bo”.
Minha mãe chamou da cozinha ao me ouvir descendo as escadas, andei pelo corredor e me olhei no espelho pendurado na parede. Me olhei outra vez assim que me lembrei do machucado horrível na minha pele. Eu rapidamente cobri o pescoço, puxando meu cabelo longo por cima do ombro satisfeita, agora ele estava escondido e então eu empurrei a porta da cozinha.
“Bom dia Mã…”
Eu parei imediatamente assim que vi um menino de cachos castanhos escuros sentado no balcão. Isso não poderia estar acontecendo.
Minha mãe estava de costas, então Harry estava livre para me olhar de cima a baixo com aqueles enormes olhos verdes.
“Oi Bo, este menino bonito estava lá fora então o convidei para entrar”
Um sorriso se espalhou pelo seu rosto, fazendo suas covinhas aparecerem.
“Oi, Harry.” Eu disse educadamente.
“Tudo bem, Bo?”
Não respondi.
“Mãe, posso falar com você um pouquinho?” Eu perguntei entredentes.
Soltei a Harry um sorriso triste, e puxei minha mãe para o corredor até onde sabia que ele não poderia nos ouvir.
“Por que você convidou ele pra entrar?”, Sussurrei com raiva.
“Ele disse que era um amigo seu, ele é muito simpático!”
“Mãe, ele podia ser um assassino.” Eu a repreendi.
“Claro que não Bo, Harry é adorável.”  Ela disse sorrindo.
Revirei os olhos, eu tinha certeza que ele tinha usado seu “charme” sobre ela. Pressionei os dedos nas têmporas tentando colocar minha cabeça no lugar. Eu não sabia  com quem eu estava mais irritada, com Harry por aparecer sem ser convidado ou com minha mãe por ter deixado ele entrar.
“Eu fiz café da manhã. Vamos. “
Ela pegou minha mão e me puxou de volta para a cozinha, onde Harry ainda estava sentado. Ele sorriu enquanto eu me dirigia a ele e me sentei no banco do lado. Soltei um suspiro quando senti a mão quente de Harry na minha coxa. Eu dei um tapa nela e ele riu baixinho. Eu tive uma sensação horrível de que ele tinha gostado quando dei o tapa. Minha mãe se afastou de nós para se concentrar em não queimar a comida que estava na panela.
“Mmmm.” Harry cantarolava baixinho.
Ele começou a inclinar-se para perto de mim, mas eu coloquei minha mão em seu ombro antes que ele pudesse chegar muito perto.
“Por que você está aqui?” Sussurrei bruscamente.
“Para ver você.” Ele sorriu.
Eu não gostava do jeito que ele me olhava, tinha que ter outra razão pela qual ele tinha aparecido do nada sem ser convidado. Então virei o rosto para não ter mais que olhar pra ele. Eu pulei um pouco quando senti ele pegar meu queixo para me forçar olha-lo denovo.
“Eu vou te levar pra sair amanhã à noite.” Ele falou.
Estremeci com suas palavras, que eram mais uma afirmação do que uma pergunta. Meus olhos se arregalaram e minha mãe se virou com um sorriso no rosto.
“Q-quê?” Eu gaguejei.
“Oh, isso seria ótimo, não é mesmo, Bo?” Ela exclamou.
Harry tirou a mão do meu rosto e colocou-a em meu joelho. Eu estava prestes a argumentar quando minha mãe me interrompeu novamente.
“Ela iria adorar!”
“Por que você não me ligou, por que veio aqui?” Eu perguntei frustrado.
“Porque você teria dito não.” Ele sussurrou baixinho.
“O que faz você pensar que eu não vou dizer não, agora?” Eu perguntei asperamente.
Ele olhou para minha mãe, que parecia um pouco chateada de eu não ter dito sim logo. Eu não era tão popular com os meninos e ela parecia estar bem feliz que Harry tenha aparecido na nossa porta. Para ela era um sonho ter um cara mega atraente querendo sair com sua filha. Para mim, era o meu pior pesadelo. Ele não só tinha me dado uma mordida no pescoço contra a minha vontade, mas também tinha me visto só de calcinha e sutiã tudo isso em poucas horas. E ainda mais ele me assustava pra caramba.
Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, minha mãe e Harry tinham combinado de ele me pegar amanhã a noite. Harry sorriu para mim.
“Bom, eu tenho que ir. Obrigado pelas panquecas Sra. Ellis”.
“Pode me chamar de Heather.”
Ele sorriu para ela antes de descer do banquinho. Eu estava congelada e aí ele se inclinou e me deu um beijo na bochecha.
“Bo, vá com ele até a porta!” Minha mãe me incentivou calmamente.
Eu bufei, saltei do banco e andei atrás dele, a porta da cozinha se fechou e de repente eu estava sozinha no corredor com Harry. Ele não perdeu tempo e me empurrou contra a parede. Meus olhos espremidos fechados em um estremecimento. Seu corpo pressionado no meu, me segurando no lugar. Meus dois pulsos estavam presos em uma de suas mãos grandes. Eu vi ele sorrir e tentei o meu melhor para aumentar a distância entre nós, mas ele era muito forte. Sua figura alta elevando-se sobre mim.
“Não faça isso.” Eu implorei.
Harry ignorou o meu protesto, os dedos suavemente alisando minha bochecha. Meu cabelo longo foi empurrado para longe do meu ombro, enquanto olhava para o ferimento que ele mesmo tinha deixado em minha pele, sua boca curvando-se um sorriso.
“Fica bem em você.” Ele sussurrou em meu ouvido.
Ele pressionou seus lábios sobre a marca no meu pescoço. Ele teve o cuidado de não pressionar forte demais e então eu relaxei um pouco quando ele se afastou, na esperança de que seria o fim da tortura e ele iria embora. Mas, infelizmente, isso não aconteceu. Harry manteve-se próximo, seu cabelo encaracolado fazendo cócegas no meu rosto quando ele deu outro beijo no meu pescoço.
“Você tem um cheiro bom.” Ele falou ofegante.
Ele dolorosamente prendeu meus pulsos contra a parede encaixando os quadris no meu. Eu choraminguei no contato áspero e Harry deixou escapar um gemido gutural. Minha cabeça caiu para a frente sobre seu ombro, senti como se minhas pernas fossem ceder a qualquer segundo. Seu peito subia e descia rapidamente e sua respiração aumentou.
Mas antes que eu percebesse, Harry me soltou e virei a cabeça vendo-o sair bem rápido pela porta.
“Vejo você amanhã à noite, Bo”.
Ele piscou para mim e então se foi. Minha cabeça estava girando e então desabei, me sentando no chão.

CAPÍTULO 1


CAPÍTULO 1 


Eu imediatamente vi os meus amigos na sala lotada. A festa ficou mais agitada com a noite se aproximando, a casa mal contendo todos aqueles adolescentes intoxicados.
 Foi então que eu notei um homem bastante atraente aparecer na porta da cozinha. Seu sorriso iluminou seu rosto, os seus olhos castanhos brilhando para mim. Meus lábios revelaram um sorriso tímido quando ele começou a andar em minha direção. Fiquei um pouco decepcionada quando ele parou de se mover, lançando sua visão para um ponto atrás do meu ombro. Eu girei para descobrir o que ele estava olhando: um garoto alto, de cabelos castanhos encaracolados que estava lhe encarando com um olhar severo, com raiva. Eu não o reconheci no início, mas uma história que minha amiga tinha me contado flutuava na minha mente. Aquele menino tinha perdido a paciência uma noite, e entrou em uma briga com um outro garoto. Ele tinha um histórico de comportamento violento, não me admira que o outro menino – o que estava andando até a mim - tenha recuado e voltado para a cozinha sem me dar uma segunda olhada.
Minha pulsação dava para ser sentida nos ouvidos, e minha boca seca. Eu fiquei congelada no lugar enquanto um homem de altura intimidadora se pois ao meu lado. Meus olhos nervosos viajaram pelo comprimento do seu corpo, seu jeans estava agarrado perfeitamente sobre suas pernas, ele vestia uma camiseta branca adornando seu peitoral. Eu estava para propriamente encontrar o olhar sombrio que eu sabia que focava em meu rosto.

“Dança comigo.” Ele falou com uma voz rouca.
Eu não tive tempo para responder e ele me puxou para longe, o copo que eu estava segurando caiu e derramou-se no chão. Senti uma mão grande em minhas costas me forçando para a frente colada em seu corpo. Pressionei minhas mãos em seu peito na tentativa de afasta-lo. Sua atitude grosseira me deixou sem palavras, eu nunca tinha sido tratada assim antes. Minhas mãos estavam fechadas, e o menino ainda sem nome, colocou meus braços ao redor de seu pescoço. Eu corajosamente olhei para cima, surpresa ao ver um par de olhos brilhantes olhando para mim. Eles eram quase uma cor de jade, bem verdes. Logo senti faíscas elétricas intrigantes correndo pelo meu corpo.
Seus lábios rosas em formato de coração se puxaram em um sorriso.

“Qual é seu nome, linda?”
“B-Bo.” Eu gaguejei.
Ele sorriu para mim, e se aproximou do meu ouvido
“Eu sou o Harry.” Ele sussurrou ardentemente.
Antes dele se afastar, senti seus lábios pressionarem um local logo abaixo da minha orelha. Fechei meus olhos e coloquei a mão em seu pescoço. Eu soltei um suspiro e ele forçou meus quadris aos dele. Uma risada profunda vibrou em seu peito, claramente apreciando a reação que ele estava obtendo de mim. Eu nunca tinha experimentado nada como isso antes, era óbvio.
“Eu gosto de você” ele sorriu “Você é tão… inocente”.
Seu olhar escuro caiu para o meu peito, aproveitando-se da altura do meu decote. Meus dedos cairam de onde eu estava segurando. O desejo de lhe dar um tapa na cara foi crescendo. Mas eu me conti, ainda com medo do homem altaneiro. Minhas mãos se levantaram para empurrá-lo, mas ele agarrou meus pulsos.
“Agora, agora.” Ele falou com a voz rouca.
Harry abaixou meus braços, eu tremi quando senti um toque quente em minhas costas. Seus dedos longos no bolso de trás da minha calça jeans e eu logo percebi que ele estava procurando o meu telefone. Sua mão permaneceu e ficou claro que não era o seu único objetivo, e então ele deu um leve aperto na minha bunda antes de tirar meu celular dali de dentro. Um grunhido tenso escapou de meus lábios e ele soltou uma risada sarcástica.
Eu fiquei em silêncio enquanto Harry digitou seu número. Um sinal sonoro soou segundos depois e eu percebi que ele tinha mandado uma mensagem para si mesmo do meu telefone. Agora ele tinha meu número. O que estava acontecendo? Eu tinha sido separada de meus amigos e cinco minutos depois eu estava na presença de um cara que, evidentemente, só tinha uma coisa em mente, e então ele me devolveu meu celular. O ar foi espremido de mim, Harry pressionando a frente de seu corpo ao meu. O gemido que ele soltou me pegou de surpresa, Harry encontrando prazer em meus seios firmemente pressionados em torso musculoso.
“Pare.” Eu fracamente implorei.
Eu senti o seu peito vibrar quando ele riu. Seus lábios macios vieram até meu ouvido mais uma vez.
“Eu acho que não, Baby.  Nós vamos nos divertir um pouco”.
Eu tremia em suas palavras. Harry me assustou mas desta vez o meu medo me fez atacar. Ele se afastou quando minha mão entrou em choque com seu rosto, vi a expressão de raiva tomando conta de seu rosto. Sua bochecha esquerda foi marcado com um tom de rosa e ele segurou meus braços com força.
“Eu posso dizer que você vai ser um desafio.” Ele quase rosnou. “Eu gosto de desafios.” Ele sorriu.
Ele abaixou a cabeça, e eu virei meu rosto, seus lábios tocando meu pescoço. As pontas de seu cabelo encaracolado fizeram cócegas na minha bochecha. Harry segurando firmemente minha nuca me impedindo de me afastar. Eu imediatamente coloquei minha mão livre em seu peito em sinal de protesto, na tentativa de afastá-lo e eu senti ele chupar meu pescoço.
“Harry.” Eu implorei.
Eu segurei sua camisa com força, a dor aguda se intensificou enquanto seus dentes roçaram a pele do meu pescoço. Sua risada ofegante ecoou sobre a área, eu desesperadamente lutei contra Harry antes  dele continuar a tirar sangue da superfície. A sensação foi um pouco aliviadora com a cautela de seus lábios macios. Mas Harry não permitiria que o conforto durasse por muito tempo, beliscando avidamente no meu pescoço com os dentes. Engoli em seco quando sua língua lambeu sobre a pele recém-sensível, depositando ali alguns beijos. Ele soprou o local que estava sangrando, acendendo um frio por  todo meu corpo.
Harry se afastou sorrindo quando eu puxei braço de sua mão grande. Meus dedos subiam para o meu pescoço, soltei uma respiração afiada quando toquei o local dolorido, choraminguei assustada quando ele se aproximou denovo.
“Você é minha agora.” Ele falou em um tom abafado.
Seu olhar malicioso me queimado o corpo de cima a baixo, antes dele se virar e se afastar para longe confiantemente. Fiquei atordoada por um tempo, incapaz de processar o que tinha realmente acontecido.
“Merda”.
Eu apressadamente dei uma cotovelada em vários corpos quentes tentando abrir caminho, desesperadamente tentando encontrar meus amigos. Quando cheguei eles estavam conversando e rindo animadamente, ignorando totalmente o que havia acontecido uma questão de segundos atrás. Eu abri minha boca para falar, mas fui interrompida
“O que aconteceu?” Zoe perguntou, a preocupação em sua voz.
“Eu-eu ..”
Lucy afastou os cabelos em meu ombro. Seus olhos se arregalaram com a visão.
“Wow!” Boca de Charlotte se abriu. “Quem te deixou assim?”
Eu choraminguei quando eu estupidamente toquei o ponto doloroso no meu pescoço novamente. Minha mão permaneceu lá, mas meus olhos temerosos foram ficados em um local do outro lado da sala. Meus amigos curiosamente se viraram para ver o que eu estava atentamente fixada em, ou melhor, quem.
Harry olhou para trás, com um sorriso brincando em seus lábios cheios. Nós o vimos dar tchau à uns caras que estavam conversando com ele, e daí Harry foi direto para a porta de saída. Mas não foi isso que prendeu tanto minha atenção, e sim o fato dele ter piscado para mim antes de desaparecer porta afora.
Virei de volta para os meus amigos.  A boca de Charlotte se separou para comentar sobre o incidente, mas rapidamente se fechou, incapaz de formar uma frase coerente. Lucy eventualmente quebrou o silêncio.
“Puta merda”.

IMPORTANTE

IMPORTANTE: O material nesta fanfic é impróprio para menores de 18 anos. Por favor, saibam que, de maneira alguma, eu condeno ou encorajo este tipo de relacionamento. A história é escrita estritamente para entretenimento. O protagonista masculino não tem qualquer semelhança com o verdadeiro Harry Styles, além da aparência.

Sobre


Sobre


 
Dark é uma fanfic originalmente escrita em inglês e que NÃO é de minha autoria.Todos os créditos vão para verdadeira autora, Hannah.

Qualquer pergunta sobre a fanfic, sobre as atualizações ou sobre qualquer outra coisa, pode ser feita pelo meu TWITTER. Por favor, peço que se vocês encontrarem qualquer tipo de erro na tradução, entrem em contato comigo.


Trailer : http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1QalKCbXS-4